terça-feira, 28 de setembro de 2010

Aeroporto Internacional de Denver (DIA)


Um cavalo apocalíptico com olhos vermelhos brilhantes dando as boas vindas aos visitantes, murais de pesadelos, palavras estranhas e símbolos no chão, gárgulas sentados em malas e uma pista no formato da suástica Nazista... tudo isso pode ser encontrado em um só lugar, o Aeroporto Internacional de Denver.


O DIA (como também é chamado) foi construído em 1995 e é o maior aeroporto dos Estados Unidos, além disso, o seu custo foi de mais de 4,8 bilhões de dólares. E todas as coisas citadas à cima não estão lá por acaso, tudo está lá por uma razão.
As próprias instalações do aeroporto levantaram um monte de teorias em relação ao verdadeiro propósito da mega-estrutura, falava-se em bases militares subterrâneas, aliens e criaturas reptilianas. Estou ciente de que tudo é possível, mas vamos nos manter aos fatos documentados.
Além disso, várias coisas estranhas aconteceram durante a obra do aeroporto, construções de enormes túneis subterrâneos que não são utilizados e um sistema de abastecimento que pode injetar 4.500 litros de combustível por minuto, sendo essa quantidade absurda para um aeroporto comercial são apenas algumas delas.
A verdade é que o DIA tem capacidade para lidar com uma grande quantidade de pessoas e veículos, levando os observadores a pensar que a estrutura possa ser usada como base militar e outras coisas até mesmo como campo de concentração civil em um futuro próximo.


Decoração (?)
- Cavalo do Apocalipse





Logo na entrada damos de cara com o cavalo acima, cavalo esse que matou seu criador, Luis Jimenez, enquanto ele estava trabalhando. Um pedaço da escultura se soltou e o esmagou, causando ferimentos fatais.
Dizem que ele representa “O Cavalo Baio” (amarelo) do Apocalipse. É o quarto cavalo no livro da Revelação na Bíblia e é chamado de "Morte".


"E olhei, e eis um cavalo amarelo;
e o que estava montado nele chamava-se
Morte; e o hades seguia com ele;
e foi-lhe dada autoridade sobre a
quarta parte da terra, para matar com a
espada, e com a fome, e com a
peste, e com as feras da terra."

-Apocalipse 6:8


- Pedra Maçonica





Localizada no Hall do aeroporto está a Pedra Maçonica, ela faz uma menção escrita a uma comissão inexistente, a "New World Airport Commission", que parece se referir à Nova Ordem Mundial. Outro fato curioso é que uma capsula do tempo está enterrada abaixo da pedra para ser aberta em 2094, além disso, o "braço" angular é bastante enigmático e parece ter algum propósito sem ser decorativo.





- Murais Proféticos


Divididos em quatro paredes, os murais pintados por Leo Tanguma supostamente representam paz, harmonia e natureza. Neles existem referências sociais e políticas específicas e detalhes ocultos que basicamente transformam essas pinturas em um manifesto da Nova Ordem Mundial. Tanguma confirmou que lhe foram dadas instruções para as pinturas, porém mais tarde voltou atrás negando tudo e se recusando a falar sobre qualquer significado oculto nelas.


“Paz e Harmonia com a Natureza”





Apesar da pintura se chamar "Paz e Harmonia com a Natureza". Em seu centro vemos crianças tristes com animais extintos e espécies de plantas. No fundo, uma floresta pegando fogo e mais para trás, uma cidade também pegando fogo.
Um fato interessante sobre a cidade é que ela foi retocada e pintada muitas vezes durante os anos e ao seu redor aparece uma névoa com cores pálidas, como se fosse atacada por algum tipo de arma bioquímica. Além disso nesse mesmo quadro aparece uma das crianças segurando um bloco Maia que mostra o fim da civilização.
Embaixo podemos ver três caixões abertos com garotas mortas de diferentes culturas. A garota da direita segura uma Bíblia e uma estrela de Davi, usada pelos Nazistas para identificar judeus.


“Crianças do Mundo dos Sonhos de Paz”





Crianças de todas as cores, vestidas em fantasias folclóricas dão armas embrulhadas em bandeiras de seus países para um garoto Alemão! Sim, a fantasia da Bavária não deixa dúvidas. O garoto no centro da imagem, segurando um martelo e aparentemente construindo algo é Alemão. Isso provavelmente representa países do mundo todo entregando seus militares e suas identidades nacionais ao "bem comum". Outra referência à Nova Ordem Mundial, com um governo e um exército. Mas porque o garoto Alemão esta no centro de tudo? Com tantas alusões à Alemanha e ao Nazismo no aeroporto fica difícil acreditar em coincidência. Embaixo da pintura do mural esta uma figura caída segurando um rifle (representando a guerra) com 2 pombos sentados em cima dele (representando a paz). Agora siga o movimento do arco-íris que começa abaixo da estátua, indo ao redor das crianças e levando-nos à parte 2 do mural.





Esta figura militar grande e agressiva está vestido com uniforme Nazista com o rosto parecido com uma máscara de gás. Suas mãos estão segurando um rifle e uma cimitarra. Na esquerda esta desenhada uma linha sem fim de pais chorando segurando seus bebês mortos. Sem contar com as crianças dormindo em tijolos. O monstro, protegido pela mascara de gás, esta apontando a linha de vítimas em direção à carta abaixo a direita.





Essa carta é verdadeira e foi escrita por Hama Herchenberg, de 14 anos de idade, que morreu no dia 18 de Dezembro de 1943 no Campo de Concentração de Auschwitz.


“Paz e Harmonia com a Natureza” 2





Todas as espécies extintas no primeiro mural estão de volta à ação e você vê até mesmo um pequeno pombo aparecendo na planta. Eles se sentem muito melhor agora que há muito menos pessoas na terra. Os animais também estão felizes. As pessoas podem agora usar conhecimento científico de alto nível para viver em um estado de felicidade sintética provida por plantas geneticamente modificadas. Bom para eles. As baleias estão pulando no ar, batendo as mãos com humanos. Se você olhar mais de perto para os filhotes de tigre, verá que eles tem rostos de crianças humanas. É bastante bizarro. Toda essa obra fala sobre modificação genética e mágica.


Para resumir, esses murais claramente mostram objetivos admitidos que você pode ler em documentos chamando por uma Nova Ordem Mundial:


Desocupação massiva da Terra
Morte às crenças Judaico-Cristãs
Um governo Mundial
Restauração da natureza


- Pista em Forma de Suástica


Depois de ver tantas alusões à Alemanha Nazista, você se surpreenderia se as pistas tivessem o formato de uma suástica?





- Outras coisas estranhas


GárgulasO simbolismo das gárgulas sempre foi um mistério. Ninguém pode realmente explicar a razão de suas presenças, especificamente em prédios religiosos. Serão eles restos de antigas crenças que nunca se foram. Será que representam algo para apenas as pessoas "illuminadas" saberem?





Símbolos no chão
Essas fotos são de um estranho grupo de símbolos que estão no chãodo aeroporto. Note o disco preto que é o sol na simbologia do ocultismo. Não há erro na arquitetura do piso mostrando o sol, e o disco preto começando a eclipsá-lo. Quando chegamos ao lado norte do Great Hall, uma estátua de Jeppesen que esta cobrindo o sol. Será uma referência ao sol preto, como aquele adorado pelos Nazistas?





Outra pinturaIsso supostamente deveria ser uma representação "nativa" da mão terra, mas parece mais com um alien "pulverizando" vida na terra. O que são aqueles rostos no topo da pintura? Serão eles aliens nos observando do espaço?





Fonte: vilammo.com


Bons pesadelos...

Paralisia do Sono


“Você está dormindo em sua cama... de repente, acorda, mas, para sua surpresa, não consegue se mexer... "o que está acontecendo?" você pensa, enquanto olha para seu corpo, imóvel na escuridão do seu quarto.
Enquanto isso acontece, você nota algo diferente. Então percebe: não está sozinho.
Pior, uma presença com forma humana esmaga seu peito. E ela é má.
Você acordou no mundo dos sonhos, e não há nada que possa fazer a respeito.”





Com freqüência, a paralisia do sono é vista pela pessoa atingida como nada mais do que um sonho. Isto explica muitos relatos de sonhos nos quais as pessoas se vêem deitadas na cama e incapazes de se mover. As alucinações que podem acompanhar a paralisia do sono tornam mais provável que as pessoas que sofram do problema acreditem que tudo não passou de um sonho, já que objetos completamente fantasiosos podem aparecer no quarto em meio a objetos normais. Alguns cientistas acreditam que este fenômeno está por trás de muitos relatos de abduções alienígenas e encontros com fantasmas.
Algumas pessoas dizem sofrer de paralisia corporal ao se deitarem para dormimr. Afirmam que, deitadas, perdem os movimentos e a capacidade de falar, ficando com o corpo pesado e preso à cama. Então ouvem vozes, escutam passos, vêem estranhas cenas ou pessoas e se desesperam. Por isso muitas vezes, a paralisia do sono é confundida com um pesadelo, o que nem sempre é correto. Pesadelo é um sonho terrível, já a paralisia é a imobilidade do corpo, a incapacidade de mover-se e de se levantar. É acompanhada por alucinações e, às vezes, por uma pseudo-asfixia.
Esse estado nos oferece a oportunidade de experimentar um tipo especial de sonho: o sonho lúcido. Nos sonhos normais, nunca percebemos que estamos sonhando, já nos sonhos lúcidos, o sonhador sabe que está sonhando e age de acordo com isto.


Sintomas


Paralisia: ela ocorre pouco antes da pessoa adormecer ou imediatamente após despertar. A pessoa não consegue mover nenhuma parte do corpo, nem falar, e tem apenas um controle mínimo sobre os olhos e a respiração.
Alucinações: Imagens e sons que aparecem durante a paralisia. A pessoa pode pensar que existe uma presença atrás dela ou pode ouvir sons estranhos. Algumas pessoas relatam também sentirem um peso no peito, como se alguém ou algum objeto pesado estivesse pressionando-o.


Estes sintomas podem durar de alguns poucos segundos até vários minutos e podem ser considerados assustadores para algumas pessoas.


Referências Culturais
Existem várias manifestações culturais em países diferentes que tratam do fenômeno da paralisia do sono.
Na cultura Hmong, é descrita uma experiência chamada “dab tsogou” ou "demônio apertador". Frequentemente, a vítima afirma enxergar uma figura pequena, menor que uma criança, sentando em sua cabeça ou peito.
No Vietnã, chama-se “ma de”, que significa "segurado por um fantasma", já que lá acreditam que fantasmas entram no corpo das pessoas, causando a paralisia.
Na China, são as “guǐ yā shēn ou guǐ yā chuáng”, que quer dizer “corpo pressionado por um fantasma" ou "cama pressionada por um fantasma".
Na cultura japonesa, a paralisia do sono é conhecida como “kanashibari”, que significa literalmente "atado ao metal".
Na cultura popular húngara é chamada “lidércnyomás” e pode ser atribuída a um número de entidades sobrenaturais como aparições, bruxas ou fadas.


Técnica para se ter a Paralisia


Evite comer a noite e deite de barriga pra cima, com os braços estendidos ao longo do corpo.
Procure escutar o som do seu coração, se concentre nele e imagine-o pulsando na ponta do nariz.
Quando senti-lo mesmo na ponta do nariz, passe a senti-lo na orelha esquerda, nas pontas dos dedos da mão esquerda, dedos do pé esquerdo, pé direito, dedos da mão direita, orelha direita, e novamente no nariz.
Nesse momento, você já começa a ver imagens dos sonhos, só tome cuidado para não dormir e se concentre nas imagens que você está vendo. É provável que você passe para o sonho lúcido.
O sono induzido através de medicamentos também contribui para a Paralisia.



Bons pesadelos...

Livro de pele!








Na Inglaterra um livro foi vendido a 20mil reais num leilão. O macabro objeto de coleção além de ser do Século XV, tem a capa feita com PELE HUMANA.


A pele pertencia a um padre chamado Henry Garnet. No livro conta que ele foi decapitado acusado de participar de uma conspiração para matar o Rei. O livro está escrito em Francês.


Diz a lenda que na capa do livro pode ser observado um rosto humano... decidam vocês!












Outro livro feito com pele humana é o Necronomicon.


Bons Pesadelos...

O Bloop



Olá pessoas.
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Espectrograma do Bloop

The Bloop Sound é o nome dado a um misterioso som capturado várias vezes em 1997, por uma equipe de pesquisadores da NOAA (U.S. National Oceanic and Atmospheric Administration - Administração Nacional Oceânica e Atmosférica, dos Estados Unidos.), em uma área remota do Oceano Pacífico. O programa era usado para procurar submarinos soviéticos.

Ninguém, até agora, sabe a origem desse misterioso som. Ele já foi estudado de todas as formas, velocidades, e maneiras possíveis, e nada foi concluído.

Antes de continuarmos... Vamos ouvir o Bloop!De todas as maneiras que a NOAA mexeu pra tentar decifrar:

Requer Quick Time Player para ouvir, mas você também pode baixar e ouvir em seu computador, basta usar o botão direito do mouse e fazer o download do link, é em .wav.

Bloop Original, sem redução ou aceleração, apenas com filtragem de som (Aviso: O Som é de baixa frequência, não é muito fácil de se ouvir, recomenda-se som alto e/ou fones de ouvidos... Prestem bastante atenção! - Não, não dá susto, podem confiar em mim!)

Fonte: BloopWatch.com (Sim, o Bloop tem um site só seu!)

A NOAA diz que o som "apareceu na frequência por mais ou menos um minuto e foi de amplitute suficiente para ser ouvido em vários sensores, a uma distância de mais ou menos 5,000 km.".
O som, de início foi considerado um som geológico, como um terremoto, ou até mesmo gelo se movendo na Antártica. Mas o som era alto demais (o som é várias vezes maior que o então som biológico mais alto já produzido - o som de uma Baleia Azul) , e o sistema deu como desconhecido, além de ser muito mais parecido com um som animal do que geológico.

Então, afinal de contas, o que é o Bloop?

A maioria das pessoas permanece no "Não faço a menor idéia". Outras colocaram uma resposta na ficção... Em um jogo, era o monstro do filme Cloverfield, em um livro, uma enguia gigante... Mas isso é puramente focado em ficção, não saiu totalmente para a realidade.

Mas há uma teoria que intriga muita gente. Uma teoria que SUPOSTAMENTE começou na ficção...Mas que parece chegar cada vez mais perto do real, até porque sempre nos intrigou...

O Bloop apareceu a 500 milhas do local exato de uma cidade misteriosa, que aparece vez ou outra para marinheiros extremamente azarados sortudos, chamada R'lyeh. Dizem que o som poderia provir de uma criatura que vive lá...

Lembrou alguma coisa?



Ph'nglui mglw'nafh Cthulhu R'lyeh wgah'nagl fhtagn *Bloop*

Exatamente. Dizem que o som provem de nada mais, nada menos do que a criatura criada pelo escritor H.P Lovecraft em 1926. Um ser metade homem, metade polvo, com asas gigantescas. A criatura tornou-se famosíssima no universo das histórias de terror, e muitos especulam se o que Lovrecraft escreveu é real ou não.

(Ainda tem curiosidade sobre? Aguarde...)

Será que o Bloop é nada mais, nada menos do que Cthulhu falando enquanto dorme?Ou será que este já acordou?

Bons pesadelos...

O Artefato de London


Peço desculpas à todos, eu teria que postar ontem/anteontem e acabei me perdendo pois tinha outras coisas pra fazer. Desculpem!>

Vou ver se dá certo isso: Pretendo começar uma série sobre mistérios que ainda deixam muita gente confusa!
Espero que gostem e dêem sugestões, okay?

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O Artefato de London é um misterioso martelo encontrado em London, Texas, em 1936, por um casal que fazia trilha no local. Eles encontraram o objeto encrustado nas rochas e decidiram levar para análise.

Até aí, nada demais... Só um martelo velho que foi analisado e tudo bem!

Tudo bem...Se o martelo em questão não tivesse sido datado como tendo aproximadamente 100 MILHÕES de anos.Enquanto que, a raça humana, tem aproximadamente 200 MIL anos...

Eis que o mistério começa.

O martelo foi encontrado em uma área com várias rochas datadas do período cretáceo (75 ~ 100 milhões de anos). Estava oculto nas pedras, e só foi notado porque o casal que passeava pela área notou uma rocha com uma ponta de madeira presa nela. Quando a rocha foi quebrada, o martelo se revelou.

O objeto tem aproximadamente 15cm, e tem um diâmetro de aproximadamente 6m. Historiadores indicam que seria um martelo propício para pequenos trabalhos. É um martelo de ferro, com base de madeira.

Mas ninguém consegue entender como o martelo foi parar lá. Já se foi comprovado que a pedra e o martelo são verdadeiros, o que deixa tudo mais estranho ainda.
Alguns dizem que o martelo foi colocado ali de propósito, outros dizem que o martelo foi perdido naquela área em uma época diferente (Os historiadores revelaram que o objeto é bem semelhante a martelos usados no século 19), (duas teorias que se perdem no sentido de que o martelo está quase que totalmente fundido com a pedra, o que só seria possível se ele tivesse sido perdido praticamente na mesma idade da rocha!) outros acham que o martelo possui sim 100 milhões de anos, e que isso é uma revelação bombástica para quem acreditava em teorias Darwinistas de evolução do macaco e blá,blá,blá. Chegando a criar teorias de que os homens caminharam com os dinossauros.

Há MUITA polêmica ainda por causa desse martelo (e dos outros objetos que ainda virão!). Discussões sobre a origem do homem, a história do mundo, entre outros, ainda continuam acontecendo. Fotos de Raio-X foram tiradas do martelo, além de muitas análises feitas por especialistas, mas o mistério continua.




Bons Pesadelos...

Mortos zumbis na Indonésia

Parace que na Indonésia estão usando Magia Negra para fazer os mortos andarem. O objetivo é levar os corpos para cemitérios com acesso mais difícil.

O morto não devem ser nomeado e depois que ele cai, não levanta novamente... São acompanhados apenas pelo feiticeiro da Magia Negra que vai atrás deles...




FOTO:


 



sso é "comum" no Haiti, onde afirmam que o voodoo(Vudu) é capaz de fazer mortos virarem zumbis e servirem aos feiticeiros...

Macabro não é ?


Fonte: Cabuloso

domingo, 26 de setembro de 2010

mozilla fire fox


O Livro de Mozilla



O Livro de Mozilla (originalmente: The Book of Mozilla) é um easter egg encontrado nos navegadores de internet Mozilla, Firefox,Netscape, SeaMonkey e K-Meleon. Pode ser visto quando na barra de endereços é digitado about:mozilla . Trata-se de informações em uma linguagem aparentemente antiga e religiosa. O conteúdo pode variar muito, dependendo de qual navegador e versão o usuário esteja utilizando. Os textos são apresentados na cor branca sobre fundo colorido (vinho ou azul). No final sempre está escrito: from The Book of Mozilla, (de O Livro de Mozilla,) e depois da vírgula são mostrados algo como capítulo e versículo.
Não existe nenhum livro com o título The Book of Mozilla na realidade. Entretanto, suas passagens são semelhantes ao livro do Apocalipse, da Bíblia. Há cinco versões oficiais dos textos (oficiais porque há versões falsas) e demonstram fatos importantes da história da Mozilla Foundation, trocando nomes e utilizando parábolas. A ordem dos cápitulos e versículos mostrados por ordem da versão são: 12:103:31,7:1511:1 e 11:9.
Nas versões antigas do Internet Explorer, aparece uma tela azul sem nada escrito (semelhante a BSOD), nas versões atuais, é necessário digitar res://mshtml.dll/about.moz


O Livro de Mozilla, 12:10

A primeira versão do O Livro de Mozilla foi a 12:10 faz alusão ao dia 10 de dezembro de 1994, data de liberação da besta (Netscape). Apareceu pela primeira vez no Netscape 1.1, lançado em 1995. Esta versão se manteve até o Netscape 4.x. A mensagem exibida é:
And the beast shall come forth surrounded by a roiling cloud of vengeance. The house of the unbelievers shall berazed and they shall be scorched to the earth. Their tags shall blink until the end of days.
from The Book of Mozilla, 12:10
Na página www.mozilla.com/book, no código fonte HTML vê-se uma informação oculta:
<!-- 10th December 1994: Netscape Navigator 1.0 was released -->
<!-- This verse announces the birth of the beast (Netscape) and warns bad coders (up to Netscape 3, when you watched the HTML source code with the internal viewer, bad tags blinked). -->


O Livro de Mozilla
, 3:31

Em 10 de maio de 1998, Jamie "JWZ" Zawinski mudou o verso de O Livro de Mozilla em razão de a Netscape ter disponibilizado o código fonte de seu navegador como open source e iniciado o Projeto Mozilla. O verso foi incluído em todas as versões até Outubro de 1998, quando uma modificação no código do Mozilla fez com que o easter egg fosse perdido. Em 5 de fevereiro de 2000, Ben Goodger, trabalhando para a Netscape, copiou O Livro de Mozilla para o novo código. Ele foi incluído em todas as versões subsequentes do Mozilla (até a introdução do verso 7:15).
O verso apresentado é o seguinte:
And the beast shall be made legion. Its numbers shall be increased a thousand thousand fold. The din of a million keyboards like unto a great storm shall cover the earth, and the followers of Mammon shall tremble.
from The Book of Mozilla, 3:31
(Red Letter Edition)
Na página www.mozilla.com/book, no código fonte HTML há uma informação oculta que diz:
<!-- 31st March 1998: the Netscape Navigator source code was released -->
<!-- The source code is made available to the legion of thousands of coders of the open source community, that will fight against the followers of Mammon (Microsoft Internet Explorer). -->


O Livro de Mozilla
, 7:15

And so at last the beast fell and the unbelievers rejoiced. But all was not lost, for from the ash rose a great bird. The bird gazed down upon the unbelievers and cast fire and thunder upon them. For the beast had been reborn with its strength renewed, and the followers of Mammon cowered in horror.
from The Book of Mozilla, 7:15
Versão em Português retirada do navegador Firefox 2.0:
Por fim a criatura sucumbiu e os infiéis regozijaram-se. Porém nem tudo fora destruído, pois das cinzas ergueu-se umimponente pássaro. O pássaro mirou os infiéis e lançou sobre eles o fogo e trovão. A criatura renascera com forças renovadas e os discípulos de Mamon encolheram-se horrorizados.
de O Livro de Mozilla, 7:15
Vale notar que apesar do texto ter sido traduzido o título da página permanece em inglês.
Na página www.mozilla.com/book, no código fonte HTML está disposta uma informação oculta que diz:
<!-- 15th July 2003: AOL closed its Netscape division and the Mozilla foundation was created -->
<!-- The beast died (AOL closed its Netscape division) but immediately rose from its ashes (the creation of the Mozilla foundation and the Firebird browser, although the name was later changed to Firefox). -->


O Livro de Mozila
, 8:20

Versão em Inglês retirada do navegador Netscape 9.0.0.6:
And thus the Creator looked upon the beast reborn and saw that it was good.
from The Book of Mozilla 8:20
(11ª Edição)


O Livro de Mozilla
, 11:9

Versão em Português retirada do navegador Firefox 3:
Mamon adormeceu. E o renascimento da criatura disseminou-se por toda a terra e seus seguidores formaram uma legião. E eles apregoaram a mensagem e sacrificaram plantações com fogo, com a astúcia das raposas. E eles criaram um novo mundo à sua imagem e semelhança como prometido pelo texto sagrado e contaram da criatura para seus filhos. Mamon despertou e, veja só, nada mais era que um discípulo.
de O Livro de Mozilla, 11:9
(10ª Edição)

Este verso foi inserido no Mozilla trunk codebase em 9 de janeiro de 2008. Ela apareceu pela primeira vez no Firefox 3.0 Beta 3.
No código HTML de www.mozilla.org/book, este verso é acompanhado pela seguinte anotação: <!-- 9th November 2004: Firefox 1.0 is officially released -->
<!-- The worldwide support of Firefox fans leads to its success, illustrating the power of community-based open source projects. -->
A parte "Mamon despertou e, veja só, nada mais era que um discípulo." Ilustra a atualização do Microsoft Internet Explorer,que nada mais trouxe se não recursos do Mozilla Firefox,como as "Abas",estas renomeadas no Microsoft Internet Explorer para "Guias".


Versão em diferentes navegadores


Microsoft Internet Explorer

Em alguma versões do Microsoft Internet Explorer, about:mozilla gera uma página azul em branco (possivelmente em referência a Tela Azul da Morte). O comando about:mozilla foi desativado no Service Pack 2 do Windows XP; entretanto, o arquivo contendo a página ainda existe, para aqueles que desejam reativar o comando adicione uma string na chaveHKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Internet Explorer\AboutURLs com o nome mozilla com o valor res://mshtml.dll/about.moz. Alternativamente, ele pode ser visto diretamente colando a URL res://mshtml.dll/about.moz na barra de endereços do Internet Explorer. Este método funciona nas versões mais recentes do Windows e Internet Explorer onde o comando about:mozilla link é desativado por padrão.


Netscape

Antes do Netscape 1.1, about:mozilla produzia o texto "Mozilla rulles!" (Mozilla governa!).
Digitando about:mozilla em uma versão Unix do Netscape o símbolo altera para uma animação do Mozilla vindo por detrás do ícone "planeta" e cuspindo fogo. 


Flock


O Livro de Mozilla
, 11:1

Apesar de não ser um verso oficial da Mozilla, um novo verso do Livro de Mozilla 11:1, pode ser visto no Navegador Flock 1.0+, um "Navegador Social" baseado no Firefox. Este verso é mostrado em uma tela nas cores azul e branco quando o comando about:mozilla é digitado na barra de endereços. O verso segue abaixo:
And when the Beast had taken the quarter of the Earth under its rule, a quarter hundred Birds of Sulfur flew from the Depths. The birds crossed hundreds of mountain views and found twenty four wise men who came from the stars. Andthen it began, the believers dared to listen. Then, they took their pens and dared to create. Finally, they dared toshare their deed with the whole of mankind. Spreading words of freedom and breaking the chains, the birds brought deliverance to everyone.
from The Book of Mozilla, 11:1
Tradução em Português:
E quando a Besta tinha tomado um quarto da Terra sobre seu domínio, um quarto de cem Pássaros de Enxofre voou das Profudenzas. Os pássaros cruzaram centenas de montanhas e encontraram vinte e quatro homens sábios que vieram das estrelas. E então começou, os crentes se atreveram a ouvir. Em seguida, pegaram suas canetas e se atreveram a criar. Finalmente, eles ousaram compartilhar seus escritos com toda a humanidade. Espalhando palavras deliberdade e rompendo as correntes, os pássaros trouxeram libertação para todos.
Do Livro de Mozilla, 11:1

O Livro de Mozilla no Flock


iCab

O texto seguinte aparece: "Hey, This is not Netscape Navigator." (Ei, este não é o Navegador Netscape).


Apple Safari

Digitando 'about:mozilla' na barra de endereços do Apple Safari leva a somente a uma página em branco, de mesma resposta para qualquer comando 'about:' digitado.


Google Chrome

Digitando 'about:mozilla' na barra de endereço para o Google Chrome também se recebe como resposta uma página em branco.

sábado, 18 de setembro de 2010

dragões nas culturas

Origem dos mitos

Os Dragões talvez sejam uma das primeiras manifestações culturais ou mito, criados pela humanidade.
Muito se discute a respeito do que poderia ter dado origem aos mitos sobre dragões em diversos lugares do mundo. Em geral, acredita-se que possam ter surgido da observação pelos povos antigos de fósseis de dinossauros e outras grandes criaturas, como baleias, crocodilos ou rinocerontes, tomados por eles como ossos de dragões.
Por terem formas relativamente grande, geralmente, é comum que estas criaturas apareçam como adversários mitológicos de heróis lendários ou deuses em grandes épicos que eram contados pelos povos antigos, mas esta não é a situação em todos os mitos onde estão presentes. É comum também que sejam responsáveis por diversas tarefas míticas, como a sustentação do mundo ou o controle de fenômenos climáticos. Em qualquer forma, e em qualquer papel mítico, no entanto, os dragões estão presentes em milhares de culturas ao redor do mundo.
As mais antigas representações mitológicas de criaturas consideradas como dragões são datadas de aproximadamente 40.000 a. C., em pinturas rupestres de aborígines pré-históricos na Austrália. Pelo que se sabe a respeito, comparando com mitos semelhantes de povos mais contemporâneos, já que não há registro escrito a respeito, tais dragões provavelmente eram reverenciados como deuses, responsáveis pela criação do mundo, e eram vistos de forma positiva pelo povo.

Dragões para a mitologia

Dragões ao redor do mundo

A imagem mais conhecida dos dragões é a oriunda das lendas europeias (celta/escandinava/germânica) mas a figura é recorrente em quase todas as civilizações antigas. Talvez o dragão seja um símbolo chave das crenças primitivas, como os fantasmas, zumbis e outras criaturas que são recorrentes em vários mitos de civilizações sem qualquer conexão entre si.
Há a presença de mitos sobre dragões em diversas outras culturas ao redor do planeta, dos dragões com formas de serpentes e crocodilos da Índia até as serpentes emplumadas adoradas como deuses pelos astecas, passando pelos grandes lagartos da Polinésia e por diversos outros, variando enormemente em formas, tamanhos e significados.
O escritor grego Filóstrato, dedicou uma extensa passagem da sua obra Vida de Apolônio de Tiana aos dragões da Índia (livro III, capítulos VI, VII e VIII). Forneceu informações muito detalhadas sobre esses dragões.

Dragões no Médio Oriente

No Médio Oriente os dragões eram vistos geralmente como encarnações do mal. A mitologia persa cita vários dragões como Azi Dahaka que atemorizava os homens, roubava seu gado e destruía florestas.(e que provavelmente foi uma alegoria mística da opressão que a Babilônia exerceu sobre a Pérsia na antiguidade clássica). Os dragões da cultura persa, de onde aparentemente se originou a ideia de grandes tesouros guardados por eles e que poderiam ser tomados por aqueles que o derrotassem, hoje tema tão comum em histórias fantásticas.

Dragões na Mesopotâmia

Na antiga Mesopotâmia também havia essa associação de dragões com o mal e o caos. Os dragões dos mitos sumérios, por exemplo, frequentemente cometiam grandes crimes, e por isso acabavam punidos pelos deuses — como Zu, um deus-dragão sumeriano das tempestades, que em certa ocasião teria roubado as pedras onde estavam escritas as leis do universo, e por tal crime acabou sendo morto pelo deus-sol Ninurta. E no Enuma Elish, épico babilônico que conta a criação do mundo, também há uma forte presença de dragões, sobretudo na figura de Tiamat. No mito, a dracena (ou dragã-fêmea) Tiamat, apontada por diversos autores como uma personificação do oceano, e seu consorte mitológico Apsu, considerado como uma personificação das águas doces sob a terra, unem-se e dão à luz os diversos deuses mesopotâmicos. Apsu, no entanto, não conseguia descansar na presença de seus rebentos, e decide destruí-los, mas é morto por Ea, um de seus filhos. Para vingar-se, Tiamat cria um exército de monstros, dentre os quais 11 que são considerados dragões, e prepara um ataque contra os jovens deuses. Liderados pelo mais jovem entre eles, Marduk, que mais tarde se tornaria o principal deus do panteão babilônico, os deuses vencem a batalha e se consolidam como senhores do universo. Do corpo morto de Tiamat são criados o céu e a terra, enquanto do sangue do principal general do seu exército, Kingu, é criada a humanidade. O Dragão de Mushussu é subjugado por Marduk, se tornando seu guardião e símbolo de poder.

Dragões nas lendas orientais


Um dragão vietnamita.
Na China, a presença de dragões na cultura é anterior mesmo à linguagem escrita e persiste até os dias de hoje, quando o dragão é considerado um símbolo nacional chinês. Na cultura chinesa antiga, os dragões possuíam um importante papel na previsão climática, pois eram considerados como os responsáveis pelas chuvas. Assim, era comum associar os dragões com a água e com a fertilidade nos campos, criando uma imagem bastante positiva para eles, mesmo que ainda fossem capazes de causar muita destruição quando enfurecidos, criando grandes tempestades. As formas quiméricas do dragão Lung chinês, que misturam partes de diversos animais, também influenciaram diversos outros dragões orientais, como o Tatsu japonês.
Nos mitos do extremo oriente os dragões geralmente desempenham funções superiores a de meros animais mágicos, muitas vezes ocupando a posição de deuses. Na mitologia chinesa os dragões chamam-se long e dividem-se em quatro tipos: celestiais, espíritos da terra, os guardiões de tesouros e os dragões imperiais. O dragão Yuan-shi tian-zong ocupa uma das mais altas posições na hierarquia divina do taoísmo. Ele teria surgido no princípio do universo e criado o céu e a terra.
Nas lendas japonesas os dragões desempenham papel divino semelhante. O dragão Ryujin, por exemplo, era considerado o deus dos mares e controlava pessoalmente o movimento das marés através de jóias mágicas.

 Dragões na Bíblia


Representação do dragão como um ser demoníaco nas culturas religiosas europeias.
Os dragões segundo a cultura cristã, são aqueles que mais influenciaram a nossa visão contemporânea dos dragões.
Muito da visão dos cristãos a respeito de dragões é herdado das culturas do médio oriente e do ocidente antigo, como uma relação bastante forte entre os conceitos de dragão e serpente (muitos dragões da cultura cristã são vistos como simples serpentes aladas, as vezes também com patas), e a associação dos mesmos com o mal e o caos.
De acordo com o Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento, no Antigo Testamento, dragões tipificam os inimigos do povo de Deus, como em Ezequiel 29:3. Ao fazer isso, associa-se a ideia das mitologias de povos próximos, para dar maior entendimento aos israelitas. É por isso que a Septuaginta, na sua narrativa da história de Moisés, traduz "serpente" por "dragão", para dar maior glória à ação de Deus (Êxodo 7:9-12).
Há ainda, no antigo testamento, no Livro de Jó 41:18-21, a seguinte descrição:
18 Os seus espirros fazem resplandecer a luz, e os seus olhos são como as pestanas da alva.
19 Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela.
20 Dos seus narizes procede fumaça, como de uma panela que ferve, e de juncos que ardem.
21 O seu hálito faz incender os carvões, e da sua boca sai uma chama.
Em Isaías 30:6, há citado um "áspide ardente voador" (versão ARC), junto com outros animais, para ilustrar a terra para onde os israelitas serão levados, pois o contexto do capítulo é sobre a repreensão deles. No Novo Testamento, acha-se apenas no Apocalipse de São João, utilizado como símbolo de satanás.
O Leviatã, a serpente/crocodilo cuspidora de fumaça do livro de , também é considerado um dragão bíblico, embora não seja apresentado como um ser maligno e sim como uma criação de YHWH (Iavé, nome do deus da Bíblia). Os dragões nas histórias cristãs acabaram por adotar esta imagem de maldade e crueldade, sendo como representações do mal e da destruição.
O caso do mais célebre dragão cristão é aquele que foi morto por São Jorge, que se banqueteava com jovens virgens até ser derrotado pelo cavaleiro. Esta história também acabou dando origem a outro clássico tema de histórias de fantasia: o nobre cavaleiro que enfrenta um vil dragão para salvar uma princesa.

Dragões na América pré-colombiana

Os dragões aparecem mais raramente nos mitos dos nativos americanos, mas existem registros históricos da crença em criaturas "draconídeas".
Um dos principais deuses das civilizações do golfo do México era Quetzalcoatl, uma serpente alada. Nos mitos da tribo Chincha do Peru, Mama Pacha, a deusa que zelava pela colheita e plantio, era às vezes descrita como um dragão que causava terremotos.
O mítico primeiro chefe da tribo Apache (que, segundo a lenda, chamava-se Apache ele próprio) duelou com um dragão usando arco e flecha. O dragão da lenda usava como arco um enorme pinheiro torcido para disparar árvores jovens como flechas. Disparou quatro flechas contra o jovem, que conseguiu se desviar de todas. Em seguida foi alvejado por quatro flechas de Apache e morreu.
No folclore brasileiro existe o Boitatá, uma cobra gigantesca que cospe fogo e defende as matas daqueles que as incendeiam.

Dragões nas lendas européias


Um dragão em uma tapeçaria medieval.
No ocidente, em geral, predomina a idéia de dragão como um ser maligno e caótico, mesmo que não seja necessariamente esta a situação de todos eles. Nos mitos europeus a figura do dragão aparece constantemente, mas na maior parte das vezes é descrito como mera besta irracional, em detrimento do papel divino/demoníaco que recebia no oriente.
A visão negativa de dragões é bem representada na lenda nórdica ou germânica de Siegfried e Fafnir, em que o anão Fafnir acaba se transformando em um dragão justamente por sua ganância e cobiça durante sua batalha final contra o herói Siegfried. Nesta mesma lenda também pode ser visto um traço comum em histórias fantásticas de dragões, as propriedades mágicas de partes do seu corpo: na história, após matar Fafnir, Siegfried assou e ingeriu um pouco do seu coração, e assim ganhou a habilidade de se comunicar com animais.
Serpentes marinhas como Jormungand, da mitologia nórdica, era o pesadelo do Vikings; por outro lado, a proa de seus navios eram entalhadas com um dragão para espantá-lo.
Na mitologia grega, também é comum ver os dragões como adversários mitológicos de grandes heróis, como Hércules ou Perseu. De acordo com uma lenda da mitologia grega, o herói Cadmo mata um dragão que havia devorado seus liderados. Em seguida, a deusa Atena apareceu no local e aconselhou Cadmo a extrair e enterrar os dentes do dragão. Os dentes "semeados" deram origem a gigantes, que ajudaram Cadmo a fundar a cidade de Tebas.
Sláine, Cuchulainn e diversos outros heróis celtas enfrentaram dragões nos relatos dos seus povos.
A lenda polonesa do dragão de Wawel conta como um terrível dragão foi morto perto da actual cidade de Cracóvia.
Durante a idade média as histórias sobre batalhas contra dragões eram numerosas. A existência dessas criaturas era tida como inquestionável, e seu aspecto e hábitos eram descritos em detalhes nos bestiários da Igreja Católica. Segundo os relatos tradicionais, São Jorge teria matado um dragão.
Muitos povos celtas, por exemplo, possuíam imagens dragões em seus brasões familiares, e há também muitas imagens de dragões como estandartes de guerra desses povos. Assim, ao contar histórias de vis dragões sendo enfrentados e vencidos por nobres heróis cristãos, os escritores cristãos também estavam fazendo uma apologia da sua religião contra as antigas tradições locais. Pode-se fazer até mesmo um paralelo entre as famosas armas de sopro draconianas e a pregação destas religiões: um dragão que sopra nuvens venenosas, por exemplo, poderia também ser usado como metáfora para blasfêmias "venenosas" proferidas por falsos profetas pagãos.
Existem lendas e boatos que existem dragoes nas montanhas e florestas Romenas, na região da Transilvânia.
Em Portugal, o dragão mais famoso é a "coca" ou "coca rabixa". A festa da "coca" realiza-se no dia do Corpo de Deus.
No ano de 2006, o Discovery Channel exibiu um documentário dissertando que os dragões realmente existiram. Seriam a evolução de certos répteis. O fogo poderia ser expelido pela boca pois havia gás metano junto de demais gases dentro do estômago, assim como nós mesmos temos. Semanas após a exibição do documentário ele foi exibido novamente, desta vez anunciando que tudo não passava de pura ficção.

Dragões na alquimia

Na alquimia, o dragão expressa a manifestação do ser superior. Há quatro dragões alquímicos; o Dragão do Ar, que é o Mercúrio dos Sábios; o Dragão da Água, o Sal Harmônico; o Dragão do Fogo, o Enxofre dos Sábios; e o Dragão da Terra, o Chumbo dos Sábios, o negrume. Além desses elementos, o sangue do dragão é o ácido e o processo corrosivo do trabalho alquímico. Esses quatro dragões são os quatro aspectos de Lúcifer, o protótipo original do homem-anjo e do homem-besta em seu aspecto primitivo, primordial e superior. O dragão alquímico, ou Lúcifer, é o dragão iniciador da luz e das trevas que são elementos unificados, resultando na consciência espiritual e na aquisição de sabedoria (Sophia). Tal iniciação ocorre nos quatro Elementos alquímicos que são parte do iniciado alquimista.
Segundo o escritor de filosofia oculta, o lusobrasileiro Adriano Camargo Monteiro, em seu estudo de dracologia alquímica, o dragão é um hieróglifo dos quatro elementos (Ar, Fogo, Água e Terra), assim como da matéria volátil e da matéria densa, representados pelo dragão alado e pelo dragão sem asas, respectivamente.
Como criatura alada, o dragão luciférico representa os poderes do Elemento Ar e a volatilização. É força expansiva, inteligência, pensamento, liberdade, a expansão psicomental, a elevação espiritual. Como criatura ígnea que é capaz de cuspir fogo, ele possui os poderes do Elemento Fogo, a calcinação, a força radiante, a energia ígnea que cria e destrói. É o aspecto que está relacionado à intuição espiritual que vem como uma labareda, e à vontade espiritual. Como criatura escamosa aquática, o dragão expressa os poderes do Elemento Água, a força fluente e a dissolução da matéria. É o aspecto que simboliza as emoções superiores, a alma, o inconsciente individual como fonte de conhecimento. Como um ser terrestre que caminha sobre quatro patas e habita em profundas cavernas, o dragão representa os poderes do Elemento Terra, a força coesiva, a matéria e o corpo físico do alquimista.
Esses são os perfeitos dragões alquímicos luciféricos, manifestados no iniciado.

Dragões na cultura moderna


Festival tradicional de dragões em Hong Kong.
Na modernidade, os dragões se tornaram um símbolo atrativo para a juventude. São criaturas poderosas que dão a ideia de força e controle, ao mesmo tempo que a capacidade de voar remete à ideia de liberdade. O dragão desenhado no estilo oriental é parte quase obrigatória de logotipos de Academias de Artes marciais pelos motivos já citados e pela sua ligação com a história dos países asiáticos onde estes esportes surgiram.
Dragões aparecem em várias histórias do gênero fantasia, desde O Hobbit de J.R.R. Tolkien com o dragão Smaug, passando por Conan de Robert E. Howard e chegando a filmes modernos como Reino de Fogo, que descreve um futuro apocalíptico, no qual a humanidade foi massacrada pelos répteis. O dragão considerado clássico foi imortalizado principalmente pela figura de Smaug, em O Hobbit, livro de J. R. R. Tolkien. Seguindo o conceito da cultura cristã ocidental, Smaug era um dragão terrível e destruidor, que reunia grandes tesouros em seu covil na Montanha Solitária. Por ter sido este o romance que praticamente iniciou toda a tradição de literatura fantástica contemporânea, Smaug acabou se tornando o estereótipo do dragão fantástico atual.
Outro conto de C.S Lewis nas Crônicas de Nárnia, mais precisamente em A viagem do Peregrino da Alvorada, conta-se de um Dragão o qual Eustáquio encontra praticamente morto, e com ele um tesouro magnífico, Eustáquio sendo muito ganacioso, pegou um bracelete em meio ao magnífico tesouro, e dormiu na toca do Dragão.Quando acordou no outro dia, pensou que o dragão estava vivo, ou hivia outro dragão, por que ele mesmo tornara-se um dragão, e assim o tesouro mostrara-se amaldiçoado.Aslam ajuda Eustáquio a voltar ao normal, mostrando assim o contexto cristão da Crônica.Na história, não explica-se o fato do dragão está morto.
Dando continuidade à mitologia, J. K. Rowling insere dragões em diversos livros de seu bruxo mundialmente célebre, Harry Potter. O livro em que a autora deixa clara a existência atual destas criaturas é o primeiro livro da série, intitulado "Harry Potter e a Pedra Filosofal". Nesta obra, um dos personagens, Hagrid, ganha em um bar um ovo de dragão, algo que ele sempre desejara. O ovo é chocado no fogo e, após um tempo, um dragãozinho rompe a sua casca e recebe de Hagrid o nome de Norbert. Norbert (ou Norberto na tradução de Lia Wyler) cresce e começa a criar problemas para Hagrid que, enfim, cede à insistência de Harry e seus amigos e doa o dragão a Charlie (Carlinhos), irmão de Rony Weasley que estuda dragões na Romênia.
Dragões são extremamente populares entre jogadores de RPG. Na verdade seu nome mesmo aparece no título do primeiro jogo desse gênero - Dungeons and Dragons. Dragões também são tema recorrente em jogos como Arkanun e RPGQuest.
Os dragões representam, em parte a liberdade e o poder que o Homem deseja atingir. E ainda não se conseguiu explicar como é que a ideia de uma criatura, com asas, sopro de fogo, escamas e potencialmente mágica, pode chegar a culturas tão distantes e diferentes como a China Antiga ou os maias e os astecas.
Cita-se na obra O ABISMO psicografada pelo médium Rafael Américo Ranieri o termo "filhos do dragão" na narrativa onde seres horripilantes e com aspectos disformes que perderam a forma humana moradores de locais chamados de abismos e sub-abismos,intitulam-se filhos do dragão, pois este seria como o governador deste local inferior.

O sopro de fogo

[carece de fontes?]
O sopro de fogo dos dragões seria teoricamente possível, caso seus pulmões pudessem separar alguns dos gases que compõe o ar e se fossem de um material tolerante ao calor. A centelha de ignição poderia ser obtida da fricção de dois ossos ou pela ingestão de minerais, que poderiam ser combinados quimicamente para gerar uma reação exotérmica.
Alguns acreditam que as glandulas salivares dos dragões produzissem alguma substância volátil que entrasse em combustão espontânea em contato com o ar como o fósforo branco.
Esta teoria para a origem do Fogo dos Dragões foi explorada no filme Reino de Fogo (Reign of Fire), onde uma raça adormecida de dragões despertou após a escavação de uma nova linha de metrô em Londres.
Baseada no princípio dos materiais pirofóricos, os dragões possuíam órgãos produtores de líquidos reativos, separados em seus corpos e portanto estáveis e seguros nessa condição, mas que se uniam em forma de jato combustível quando desejado, á frente de suas bocas quando espirrados a alta pressão por glândulas salivares especiais, se combinando numa espécie de Napalm orgânico extremamente enérgico e inflamável.
Combinando esta mistura com o sopro de ar de expiração rápida do animal, o resultado se traduzia numa potente e longa chama capaz de incendiar e destruir tudo em seu caminho.

Dragões para a biologia


Dragão-de-komodo.
Existem também dragões verdadeiros no mundo real. Não se tratam realmente de dragões como nas concepções míticas comentadas acima, mas sim de diversos seres vivos que, por alguma semelhança qualquer, foram batizados assim em homenagem as estas criaturas mitológicas.
Existe entre os répteis, por exemplo, o gênero Draco usado para designar espécies normalmente encontradas em florestas tropicais, que possuem abas parecidas com asas nos dois lados do seu corpo, usando-as para planar de uma árvore para outra nas florestas.
Existem diversas espécies de peixes, especialmente de cavalos-marinhos, que possuem nomes populares de dragões.
O dragão-de-komodo (Varanus komodoensis), um grande lagarto que pode chegar ao tamanho de um crocodilo, é um carnívoro e carniceiro encontrado na ilha de Komodo, no arquipélago da Indonésia, e ganhou esse nome devido à sua aparência, que remete aos dragões mitológicos. Acabou se tornando o mais famoso dragão vivente do mundo real. É a maior espécie de lagarto que existe e este réptil já vivia na face da terra

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